Quantas horas por semana a sua equipe gasta em trabalho que um sistema deveria fazer?
Planilha que alguém confere na mão. Dado que entra num sistema e precisa ser digitado em outro. Informação que só uma pessoa sabe onde está. Você reconhece, mas ninguém contou quanto isso custa.
Exemplos do que construímos.
WhatsApp com 3.000 mensagens não lidas. Três clientes esperando resposta de ontem. Ninguém sabe quem já respondeu.
Triagem por intenção, roteamento para a pessoa certa, contexto preservado para quando o humano assume. Sem virar bot.
O mesmo dado é digitado no ERP, na planilha e no grupo do WhatsApp. Quando os números não batem, alguém passa a tarde investigando.
Conexão sob medida entre as ferramentas que a empresa já usa. Dado entra uma vez, aparece onde precisa.
Funcionário passa metade do dia formatando relatório, copiando linha de um sistema pro outro, preenchendo formulário igual ao de ontem.
Automação da tarefa específica. Resultado mensurável na primeira semana.
Só uma pessoa sabe fazer o fechamento fiscal. Quando sai de férias, o processo para. Quando pede demissão, o conhecimento vai junto.
Captura e estruturação do processo para que não dependa de uma pessoa. O que estava na cabeça do João vira sistema.
Sem abrir três sistemas e cruzar na mão, não dá para saber quanto entrou esse mês. Qualquer divergência vira investigação.
Cruzamento automático entre fontes. O financeiro lida com a exceção real, não com a digitação.
Lead chegou pelo Instagram, caiu no WhatsApp de alguém, ninguém fez follow-up. O cliente já fechou com o concorrente.
Qualificação e priorização automática. Resposta rápida, sem parecer robô.
Cada operação tem seus gargalos. O que entregamos depende do que encontramos no diagnóstico. Em metade dos casos, a resposta certa é limpar o processo antes de tocar em código.
Onde a automação falha.
Cinco padrões que vemos antes de cada audit. Provavelmente você reconhece pelo menos um.
Automação em cima de processo quebrado.
Substitui pessoa lenta por bot lento. O dono ainda acha que economizou.
Mapeamos a operação real antes de tocar em código. Se a primeira coisa a fazer for limpar o processo, falamos.
Slide bonito, nada roda.
Consultoria entrega deck e “fica com a equipe”. Seis meses depois, ninguém abriu o Drive.
Entrega é sistema em produção. Documentação vem junto, não no lugar.
Plataforma no-code parece barata até virar mensalidade vitalícia.
Setup de 2 mil, retainer de 1.500/mês, lock-in total. Quer trocar? O workflow é deles, não seu.
O código fica com você. Roda nas suas ferramentas, com suas chaves, sob sua conta.
Demo impecável, produção quebra na terceira semana.
Uma chamada de GPT atrás de UI bonita. Sem retry, sem log, sem fallback.
Sistema vai para produção com observabilidade, logs e retry desde o dia 1.
Cobrança por seat num problema que é por gargalo.
Modelo de SaaS aplicado a serviço operacional. Você paga por usuário enquanto a fila continua do mesmo tamanho.
Cobramos pelo gargalo resolvido, não por quantos abrem a ferramenta.
Cinco passos. Construídos com você, não para você.
Sem POC sem destino, sem deck que ninguém abre depois, sem fornecedor que some na entrega.
- auditoria
Sentamos com o time. Mapeamos a operação ponta a ponta.
Ineficiências à vista mas que passam batido, ranqueadas por retorno. Você fica com o documento mesmo se não fechar nada.
- desenho
Sistema no papel antes de uma linha de código.
Você aprova arquitetura, integração e ponto de cobrança. Sem caixa-preta. Sem surpresa no meio.
- construção
Você testa cedo, ajusta antes da entrega.
O que a operação pede: programa, integração, agente. Cada decisão técnica relevante passa por você antes de virar código rodando.
- lançamento
Deploy em produção, não demo bonita.
Observabilidade, logs e alertas desde o dia 1. Falha visível, com aviso. Não em silêncio na semana seguinte.
- operação assistida
Treinamos a equipe e ficamos por perto.
Modelo muda, API atualiza, edge case aparece. Você sabe quem chamar. Escopo claro, não retainer infinito.
Trinta minutos.
Sem compromisso.
Você descreve a operação como ela está hoje. Nós te falamos na hora o que provavelmente custa mais tempo ou retrabalho, por onde começaríamos, e quanto custaria explorar com mais cuidado. Se não fizer sentido seguir, dizemos também.
Descreve em poucas frases o que mais consome tempo na operação. Respondemos em até 48h com uma leitura rápida: o que parece valer a pena olhar mais de perto, e se faz sentido conversar.